Entrevista com Julio Meneguetti da Clean Medical: Inovação, Expansão e Redução de Custos no aluguel de equipamentos médico-hospitalares

Um dos gastos mais altos nas instituições de saúde são com equipamentos.  Pensando na democratização do uso de aparelhos inovadores e, até mesmo, na possibilidade de expansão do número de equipamentos usados nas instituições, a locação aparece como uma opção fácil, viável e de baixo custo.

“A locação de equipamentos é o futuro. Além de apresentar um ótimo custo-benefício para as instituições, traz inovações contínuas”, diz Julio Meneguetti, diretor da empresa Clean Medical, especializada em locação de equipamentos médico-hospitalares.

Confira abaixo a entrevista completa!

 

SAHE – Como funciona o processo de locação de aparelhos?

JM – O processo é muito simples! O cliente entra em contato através de qualquer um de nossos canais externos (representantes e vendedores) ou internos (telefone ou internet, via ligação ou whatsapp), expõe sua necessidade e, em seguida, a nossa equipe comercial e de produto analisa e viabiliza a melhor proposta e custo-benefício adequados à necessidade do cliente.

Assim que esse cliente aprovar a proposta, a entrega é imediata. A primeira fatura é emitida após 30 dias de aluguel. Os documentos que solicitamos para a locação são: ficha cadastral, CNPJ e contrato social.

 

SAHE – Qual a demanda de mercado que a Clean Medical viu para o setor?

JM – Vimos que o mercado carecia de uma solução rápida para facilitar a gestão do parque tecnológico. Processos de manutenção e de atualização dos parques de equipamentos geralmente são demorados e caros, deixando leitos parados e atrasando o atendimento aos pacientes.

No processo de locação não existe este problema. Não há manutenção para o equipamento locado, e ele é substituído de imediato; As atualizações tecnológicas são feitas de acordo com as necessidades do cliente; Os processos de calibração e de segurança elétrica que demandam tempo e recursos da unidade já são contemplados na locação.

 

SAHE – Em tempos de turbulência na economia, quais as vantagens que uma empresa como a Clean Medical pode trazer para o mercado da saúde?

JM – As vantagens são muitas. Posso começar dizendo que o que a nossa empresa oferece às instituições é uma opção de redução de custos. A locação de equipamentos médicos possibilita a eliminação de gastos com suporte técnico, montagens e equipes de manutenção. Além disso, traz atualização tecnológica e inovação, evita desperdício com a aquisição de equipamentos adicionais, traz rápida reposição de equipamentos danificados e um serviço de suporte técnico permanente.

O caminho para as instituições de saúde é a locação de equipamentos!

 

SAHE – E como gerar curiosidade para atrair clientes para o seu mercado?

JM – A principal forma de gerar curiosidade é através da opinião de outras instituições que obtém satisfação com a solução em locação e, também, através de mídias como internet, revistas e participação em eventos e feiras da área.

 

SAHE – E qual é a sua expectativa de mercado para o seu setor atualmente?

JM – Acredito que a dificuldade para fazer novos investimentos que os hospitais têm enfrentado, em decorrência da situação econômica do país, acaba sendo vantajosa para o meu setor. Sem dinheiro, os parques tecnológicos ficam defasados, então, a opção de locação acaba sendo evidenciada.

E é importante o mercado pensar nessa alternativa como uma opção viável para a redução dos custos e acesso às novas tecnologias de forma mais rápida.

 

SAHE – Falando em inovação, o que a Clean Medical traz de novo para o segmento?

JM – As inovações de hoje são equipamentos que dispõem de tecnologias que trazem para o médico muitas informações e conteúdo para que possam tomar qualquer ação.

A maior tecnologia, de fabricação nacional, existente atualmente, e nós temos esse equipamento, é o ventilador Fleximag Plus – Magnamed. Esse é um ventilador pulmonar que traz alguns gráficos e armazena informações. Sendo assim, cada vez que é utilizado por um paciente, todas as informações dele ficam gravadas ali. Portanto, caso ele volte para ser atendido, tudo o que é referente a ele já está no aparelho. Isso salta muitas etapas de atendimento, faz com que a instituição dê um atendimento muito mais rápido aos pacientes, acelera todo o processo. Essa agilidade pode salvar vidas!

Além disso, é um aparelho que pode ser consertado à distância. Isso significa que o fabricante pode fazer um reparo ou uma atualização de qualquer lugar – e não é necessário, por exemplo, desentubar um paciente para fazê-lo. Mais uma vez, quem ganha é o paciente!

 

SAHE –  Qual a fórmula para sustentar a confiança dos clientes já adquiridos?

JM – Atendimento diferenciado, sempre buscando ajudar o cliente a resolver os seus problemas com equipamentos – fazendo com que deixem de ser uma preocupação para se tornarem uma solução!

 

SAHE – E, para finalizar, qual recado você pode nos deixar?

JM – Um ponto a ser percebido pelas instituições de saúde é o despreparo de parte da equipe em relação à utilização de novas tecnologias. Em muitos casos, em hospitais, o investimento em equipamentos atualizados é alto e, vídeo-terapeutas e enfermeiros, por exemplo, têm muita resistência para lidar com a alta tecnologia. É preciso ficar atento a isso e, quando necessário, pensar em capacitações para esse pessoal.

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